[RESENHA] Esther Sem Frescura

Hey hey pessoal!


A resenha de hoje é fruto da parceria com a Editora Hyria que tem sido muito atenciosa com o blog. Como muitos já sabem, mês passado eu compareci a dois eventos da editora sendo um deles o lançamento de EMDR, onde eu pude entrevistar a autora da obra e conhecer mais sobre o EMDR (já fiz um post falando tudinho aqui), e o segundo evento, que eu não contei parar vocês, a tarde de autógrafos com a Esther Marcos, mas fiquem tranquilos que aqui eu vou contar tudinho sobre a minha pequena aventura e sobre o livro, bora lá?!

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Esther sem Frescura

★★★★
Autor: Esther Marcos
Gênero: Literatura Infantojuvenil | Ídolos
Editora Hyria
Páginas: 128
Ano de publicação: 2017
ISBN: 9788566442175




O evento


Bem, antes de falar do livro, vou contar um pouquinho de como foi conhecer a Esther e a minha fantástica aventura até a livraria do evento…


21951672_790703564435667_2140095846_o.jpgNa minha última aventura eu comentei que confundi os shoppings onde seria o evento daquela data e o evento com a Esther mas que mesmo na correria deu tempo de chegar no horário certo. Bem, desta vez foi bemmmm diferente, cheguei pontualmente ao shopping, tão pontualmente que tive 1h para ir tomar um bom milk shake com a minha amiga (sim, eu estava acompanahda dessa vez) e tirar umas fotos zoadas dela.


Essa menina barbada (sim, é um efeito do snapchat), super linda é a minha aniga Késia, fazemos curso juntas e ela tem me acompahado nos rolês da vida. E, como eu já disse, como chegamos cedo eu pude tirar várias fotos dela, além de dar altas risadas.


Voltando ao evento, depois de tomarmos um delicioso milk shake eu e a Késia fomos à  livraria onde a Esther estaria para a sessão de autógrafos, encontrei primeiro o pessoal da editora para fazer breves considerações sobre o evento e me encaminharam para conversar con a Esther.

Confesso que não conhecia muito da jovem e foi uma surpresa conhecê-la, minha visão de artista com o público sempre foi muito superficial então quando cheguei até a Esther eu estava com alguns receios. Mas quebrando todos os meus pré-conceitos e ideias sobre a experiência de conhecer um artista, Esther foi super gentil e sinmpática comigo e com a Késia.

Numa breve entrevista (sim, vou trazer para vocês) ela contou um pouco de como foi gravar no Sbt, como era a sua rotina, e como é a vida de uma atriz tão jovem como ela que, além de conciliar as atividades realiconadas a artes, precisa consiliar a escola e todos os outros afazeres cotidianos.

Eu e a Késia saímos da livraria com um sorriso no rosto e uma foto de recordação <3.

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A obra



Sinopse


Em "Esther sem frescura", a jovem atriz e cantora Esther Marcos nos leva a conhecer de perto o seu mundo, em um relato em primeira mão, repleto de histórias exclusivas sobre sua vida e carreira.

A busca pela positividade é um tema recorrente em "Esther sem frescura". A atriz discute a pressão da sociedade atual pelos padrões de beleza, que costumam ser mais valorizados do que a gentileza, o caráter e a personalidade - mas garante que a chave para estar bem consigo mesmo é, acima de tudo, ter amor-próprio e apoio da família e dos amigos.

Apesar de ainda não saber ao certo o que o futuro lhe reserva, Esther Marcos garante aos fãs que continuará a atuar e cantar, e deseja, mais do que qualquer outra coisa, ter uma vida feliz.


O que encontrei no livro

Acredito que quando eu resenhei Não é um conto de fadas, cheguei a comentar que possuía uma leve aversão por livros de youtubers e que a obra tinha mudado um pouco da minha visão então, venho novamente dizer que me surpreendi com a obra de mais um famoso, no caso, a Esther.

Por ser mais nova que eu, acreditei que não iria encontrar muitas coisas legais e atrativas na obra. “Como alguém como menos experiência de vida que eu poderia escrever algo que realmente me interessasse?” Era o que eu pensava, mas depois da leitura pude ter uma noção bem diferente da obra.

“Ator também é gente”

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Essa foto é a representação daquilo que encontrei durante a leitura, dicas legais, ideias de interação e alguns conselhos que todos devem seguir.

Durante a nossa conversa, Esther disse que a ideia principal do livro era mostrar que, assim como qualquer outro jovem ela possui desejos, curiosidades e até mesmo problemas.

Cada capítulo tem um título que retrata exatamente aquilo que acontece com muitos dos jovens, vou destacar 2: "Quarto ou caverna do dragão?” e “Crush”. Acho agora já dá para ter uma noção de como é a obra.



Certo, mas o que eu realmente achei do livro por completo ao ponto dele não atingir a nota máxima (5 estrelas)?
A resposta é bem simples, apesar da leitura ser extremamente leve (li o livro em 3 horas), de eu ter me identificado em algumas situações e das dicas super meigas por parte da Esther, senti que falta certo amadurecimento na arte de escrever.


Alguns capítulos abordam temas muito interessantes e dariam uma super bagagem para o leitor se tivessem sido um pouco mais explorados pela autora, durante a leitura ficou visivel que ela entendia do assunto, mas na hora de transmitir o conhecimentos e dar as “dicas” de como melhorar, mudar ou ajudar, faltou explorar um pouco o fator que envolve o leitor, e isso tornou o contexto superficial.


Por ser jovem ainda e por esta ter sido sua primeira obra, acredito que a Esther com certeza irá aprender e evoluir cada vez mais, mas particularmente vejo esta obra como entretenimento e aprendizado para os jovens entrando na adolescência, somente.


Bem, vou deixar aqui alguns quotes que conquistaram meu coração.


  1. Coisas boas foram feitas para ser compartilhada, então a hashtag #EsterSemFrescura foi criada para compartilhar os omentos felizes entre familiares e amigos.3.jpg
  2.  O futuro depende de como agimos na nossa fase de transição, ou seja, a adolescência, esse quote é sensacional.HAPPY.png
  3. Pessoas importantes precisam ser preservadas!
    Sempre valorize quem é importante para você e diga ‘ eu te amo’ enquanto é tempo, porque um dia pode ser tarde demais. Demonstre seu carinho com pequenos gestos no dia a dia. Esther sem frescura, pg. 79


Bem, é isso pessoal, deixo vocês com a foto do autógrafo que tem no meu exemplar <3
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[RESENHA-NOVO PROJETO] 1822

Titulo: 1822-Como Um Homem Sábio, Uma Princesa Triste e Um Escocês Louco Por Dinheiro Ajudara Dom Pedro a Criar o Brasil- Um País Que Tinha Tudo Para Dar Errado.

Autor: Laurentino Gomes

★★

Gênero: Não-Ficção

Editora: Globo Livros

Paginas: 376


 Oficialmente agora (depois de muito enrolar hehehe), antes de começar a falar sobre o livro, um pequeno anuncio, começando hoje, com esse post, um pequeno quadro, com o intuito de mostrar livros com o foco na nossa história, sim a história do nosso belo país, rico, com uma história linda mas muitas vezes esquecidas, ou até pior, abandonadas, cheia de mitos e estórias que ajudam a torna-la algo que não é, nesse quadro mostrarei livros que mostrem a verdadeira história do Brasil, então, apresento agora o quadro este pequeno quadro, singelo simples mas importante "História Nossa: O Brazil" isso mesmo, não leu errado rsrs, Brazil com Z mesmo, mas então, chega de enrolar por hoje vamos ao que realmente importa, o livro, (lembrando, que manterei esse quadro intercalando os estilos de livros, um post meu sera do quadro e outro não sera do quadro e assim por diante.

Descrição (Laurentino Gomes):




“O destino cruzou o caminho de dom Pedro em situação de desconforto e nenhuma elegância. Ao se aproximar do riacho do Ipiranga, às 16h30 de 7 de setembro de 1822, o príncipe regente, futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, estava com dor de barriga. A causa dos distúrbios intestinais é desconhecida. Acredita-se que tenha sido algum alimento malconservado ingerido no dia anterior em Santos, no litoral paulista, ou a água contaminada das bicas e chafarizes que abasteciam as tropas de mula na serra do Mar. A montaria usada por dom Pedro nem de longe lembrava o fogoso cabalo alazão que, meio século mais tarde, o pintor Pedro Américo colocaria no quadro Independência ou morte, a mais conhecida cena da Independência do Brasil. Uma testemunha, o coronel Manuel Marcondes de Oliveira Melo, se refere a uma “baia gateada”. Outra, o padre mineiro Belchior Pinheiro de Oliveira, cita uma “bela besta baia”. Em outras palavras, um animal sem nenhum charme, porém forte e confiável naquela época de caminhos íngremes, enlameados e esburacados. Foi, portanto, como um simples tropeiro, coberto pela lama e pela poeira do caminho, às voltas com as dificuldades naturais do corpo e de seu tempo, que dom Pedro proclamou a Independência do Brasil. A cena real é bucólica e prosaica, mais brasileira e menos épica do que a retrata no quadro de Pedro Américo. E, ainda assim, importantíssima. Ela marca o início da história do Brasil como nação independente. ”


O livro:

Como está sendo este o primeiro livro que estou postando aqui para o projeto “Historia Nossa: O Brazil” nada melhor que começar com um livro que foque no cenário da independência, não é? Então o Escolhido 1822: Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram dom Pedro a criar o Brasil-um pais que tinha tudo para dar errado (sim um subtítulo longo, mas que já fala muito por si próprio. Escrito por Laurentino Gomes e publicado oficialmente pela primeira vez em 2010 pela editora Nova Fronteira (mas a edição que li é da editora Globo Livros de 2015).
 Começando a falar sobre o livro, que tem como foco mostrar os acontecimentos ligados a Independência do Brasil, sobre seus principais personagens e o como aconteceram os acontecimentos que muitas vezes são falados com tanto misticismo o que acaba fugindo a realidade real, tratando de desmitificar muito do que geralmente ainda temos na nossa ideia sobre a independência, (sendo por sua vez um detalhe superinteressante que esta antes da introdução, com a apresentação de uma breve linha do tempo, que ajuda a se entender os acontecimentos anteriores a Independência, desde o nascimento de dom Pedro em 1798 a sua morte em 1824 (ainda muito jovem)) mostrando de forma clara e muito convincente,  basicamente a grande parte de tudo, tendo capítulos bem distribuídos e com um foco diferente para todos eles, desde um capitulo exclusivo para dom Pedro e sua parte no processo de independência, a princesa triste dona Leopoldina, sobre a maçonaria, sobre a Domitilia (ou marquesa de Santos), e mesmo sobre a guerra (sim tivemos uma guerra de independência rsrs) entre outros.
 O livro como já disse antes, foca na independência, mas se preocupa em mostrar com clareza de forma limpa sobre tudo em torno dela, detalhando com riquezas momentos de total tensão e sobre nossas primeiras dificuldades como nação livre, desde que a corte portuguesa voltou a Portugal, esvaziando nossos cofres, como sustentamos uma guerra relativamente cansativa, com destaque no livro a batalha do Jenipapo, que é considerada a mais sangrenta batalha da guerra (e infelizmente esquecida pela população), além da necessidade de buscar ajuda fora do Brasil , um exemplo mostrado claramente é o “escocês louco por dinheiro” ou melhor dizendo Lorde Thomas Cochrane, uma das figuras que tiveram importantíssima participação na guerra e no domínio dos mares, se pode dizer facilmente, que graças a ele, conseguimos ser livres naquela data, na guerra, como a também conhecida Marquesa de Santos (Domitilia) influenciou a independência e como influenciou diretamente na tristeza (e também na morte precoce) da Princesa Leopoldina, e a verdadeira participação de Leopoldina e de Bonifácio, até certo ponto, o que é mito ou o que não é mito ?
Batalha do Jenipapo - História desta guerra
https://www.estudopratico.com.br/batalha-do-jenipapo-historia-desta-guerra/
                             
 Com outro foco interessante, até onde o quadro de Pedro Américo corresponde a realidade ? Um quadro lindo e majestoso, mas, representa o que realmente aconteceu nas margens do Ipiranga na data de 7 de setembro de 1822 ? com depoimentos ricos em detalhes de personagens presentes realmente no momento, se consegue entender de forma simples, a realidade e o mito por trás de tudo até mesmo fatos pouco comentados como o desconforto intestinal do que seria nosso primeiro imperador, detalhes até mesmo da morte da princesa Leopoldina, e como era o respeito da população brasileira relacionado a ela e a reação com a morte dela, e a influencia dos acontecimentos ao ainda jovem dom Pedro, mostrando e relatando até mesmo o momento de sua abdicação e sua ida a Portugal onde confrontaria em guerra seu irmão dom Miguel, sendo dom Miguel um rei absolutista, o oposto de dom Pedro, um homem com uma mentalidade surpreendente liberal até mesmo para a época (exemplo de comparação a dom Pedro II e sua visão progressista). 
Grito do Ipiranga- Pedro Américo (oléo sobre tela-1888)
 No geral, uma leitura para ser apreciada, rápida de ser feita, muito rica em detalhes, e básica para se entender a nossa história, a verdadeira história do Brasil, sendo a obra separada em 22 capítulos com focos diferentes com 376 páginas, sendo um detalhe interessante a biografia apresentada no livro, muito material a mais para estudos e melhor entendimento, mas levando sempre ao mesmo ponto, como essa nação que tinha de tudo para dar errado, deu certo sem enrolações, uma obra clara, onde praticamente qualquer um que realizar a leitura sem sombras de duvidas terá realmente compreendido, a que custas, e com quanto suor e sangue, foi feita a nossa independência, nossa liberdade. 

[RESENHA] Self a Magia Ancestral: Sementes

Titulo: Self a Magia Ancestral: Sementes


Autor: Rafael Oliveira

★★

Gênero: Romance

Editora: Protexto

Paginas: 206



Sinopse:

“Escritor e personagens vão se misturar numa fusão que promete uma explosão de adrenalina, venha, abra sua mente, o mundo mágico será revelado como você nunca viu. As sementes são a origem da vida, quando regadas com a água da liberdade e alimentadas pela luz da coragem, tornam-se fortes plantas. Self descobre que tem sangue mágico em suas veias e embarcará numa grande aventura em que a Magia germinará em sua existência, será envolvido na essência dos cinco Elementos, experimentará de fortes sentimentos no mundo de Cristália. Aqui o leitor será convidado a entrar na história e perceber o poder das forças da natureza, verão como gotas de sangue revelarão a Magia em um ser, nessa aventura repleta de criaturas místicas, combates mágicos, perigos e dosagens lentas de mistérios. Dessa forma, deixe as roupas da realidade e fique livre para imaginar e viajar nas dimensões paralelas seja entre as árvores na Floresta Amazônica ou nos campos e florestas mágicos de Cristália, dormir em vilarejos e povoados e voar sobre os oceanos, vulcões e lagos. O mundo não é apenas físico e a força do amor pode triunfar nos momentos de escuridão, como a pequena chama de uma vela que ilumina um quarto escuro. Por fim, retire as sandálias para entrar no templo da Grande Mãe e receber muita luz de paz, pois o poder da crença e a coragem serão boas energias para desabrochar uma flor de lótus tão poderosa e ao mesmo tempo sensível ao toque de um arcanjo. ”


O livro:

 A princípio, um livro curioso, desde o momento que comprei ele (pessoalmente em um evento de Anime e RPG aqui da cidade de Araras) diretamente com o autor, bem humorado e super animado, peguei meu livro autografado ano passado, com caneta e marca pagina rsrs, o que com certeza ajudou a me dar mais vontade e interesse pela leitura, o livro, que conta a estória do jovem Self, um rapaz novo com apenas 20 anos, mas muito sonhador, mesmo com a idade de um adulto segue acreditando fielmente à existência de magia e de criaturas fantásticas, e mora no interior da Bahia, em uma pequena cidade chamada Iaçu, com sua mãe Rosely e sua irmã mais nova, que era uma pessoa não apegada a livros, o oposto do jovem Self que amava ler sobre magia e vivia lendo entrando no incrível mundo da imaginação, mas tudo muda com dois acontecimentos inesperados na vida do jovem rapaz, que um dia, no qual ficou sozinho já que sua mãe e irmã tinham saído, resolveu meditar, e no meio da meditação sentiu uma forte sensação, como se estivesse sendo chamado, e foi até encontrar uma caixa deixada por seu avô com símbolos estranhos e madeira robusta e antiga, não resistindo toco na caixa que se abriu, e deu a ele uma importante informação gravada em uma mensagem, e contendo um pergaminho contendo a localização da Esfera de Cristal, que pertencia a Gregórios (já chego nessa parte rsrs), assim com a mensagem descobriu que era descendente de Agnaldo, um Elemental Espiritual vindo de um planeta chamado Cristália, um planeta parecido com a terra (em seu passado) um planeta lindo e bem detalhado em inúmeras passagens, cheio de matas e riquezas naturais, se não fosse a diferença, a existência de criaturas magicas incríveis, desde fadas, a vampiros, dragões e unicórnios, porém apresenta seu lado mal, a região do Desespero, onde são mandados quem tentam acabar com a paz deste planeta ou destruí-lo de certa forma, e onde está aprisionado Gregórios, que já foi um Elemental, porem cheio ganancia e maldade no coração se rebelou contra os anciões do planeta, mas que um dia com ajuda de outras criaturas que querem espalhar a maldade conseguem libertar Gregórios que formando um exército toma Cristália, mas como última tentativa baseada em uma antiga profecia, os anciões enviam para a terra para procurar por Self e o pergaminho com a localização da Esfera de Cristal que poderia ser a única a conseguir salvar Cristália de toda maldade e ódio de Gregórios um grupo contendo um Elemental de cada dos cinco elementos (água, fogo, ar, terra e espirito)para tentar resgatar a Esfera e com a ajuda de Self tentar salvar Cristália.

 No geral, é uma estória bem escrita, rica em detalhes sobre o planeta Cristália e sobre os elementos, narrado de forma simples, e direta (muito direta) um livro bem rápido de se ler, e sendo uma leitura realmente prazerosa, enquanto estava lendo, encontrava inúmeros elementos que lembravam a jogos de RPGs, (para quem conhece, enquanto imaginava Gregórios imaginando ele como algo parecido com o Ganondorf da saga Zelda, achei incrível), sendo a narrativa do livro (achei sensacional) um misto entre a narrativa do próprio autor e a narrativa do jovem Self, algo que achei bem interessante (na verdade a ideia que percebi é quem ambos são o mesmo hehehe).

 Porém, tive dois pequenos problemas com a leitura do livro, as os acontecimentos foram muito rápidos, as vezes dava a impressão que era tudo muito fácil para os protagonistas (mas não foi) e um contra um pouco mais forte, contendo alguns erros de português que me desagradaram muito.

 No geral, o livro é balanceado, tem uma estória interessante com que acontece muito bem e de forma natural, personagens carismáticos e um vilão cheio de maldade e ódio no coração, é uma aventura magica sem dúvidas, mesmo com os pequenos erros, tem de tudo para ter uma ótima continuação (que eu compraria) e o autor tem potencial para escrever mais um livro de qualidade que possa agradar a todos desde jovens, a crianças, e até mesmo a adultos com interesse no tema, e um novo planeta rico em detalhes a se explorar.

[RESENHA] A Redoma de Vidro

Titulo: A Redoma de Vidro (The Bell Jar)


Autor: Sylvia Plath

★★★★★

Gênero: Romance

Editora: Biblioteca Azul

Paginas: 280





Sinopse:


Esther Greenwood é uma jovem do interior dos EUA que vê sua vida se transformar em poucos meses. Criada nos subúrbios de Boston, Esther vai estudar numa prestigiosa universidade, e lá consegue uma bolsa para um estágio de um mês em uma revista feminina em Nova York. O mundo parece se abrir para a jovem, com promessas de vasta cultura, uma vida social agitada repleta de pessoas e toda uma cidade que se descortina à sua frente. No entanto, um verão aparentemente promissor é o gatilho da crise que levaria a jovem do glamour da Madison Avenue a uma clínica psiquiátrica.

Fruto de uma revolução pré-sexual, em que as mulheres ainda precisavam escolher entre priorizar a profissão ou a família, Esther caminha na fronteira entre o casamento com um jovem promissor e tolo e a carreira de mulher independente e intelectual, realizada profissionalmente. Essas questões fazem Esther se recolher e afundar cada vez mais, numa época em que o diagnóstico e o tratamento da depressão eram bastante raros. Com crueza, a voz da personagem apresenta ao leitor o ponto de vista de quem vivencia o colapso. Esther tem uma visão muito crítica, as vezes ácida, da sociedade e de si mesma, mas aos poucos a indiferença se instaura, isolando-a do mundo à sua volta.
Único romance da poeta americana Sylvia Plath, A Redoma de Vidro, publicado em 1963 com o pseudônimo de Victoria Lucas, logo tornou-se emblemático. Sua prosa esperta e envolvente narra este romance de formação que influenciou várias gerações, e que tristemente trás o indicio do trágico suicídio de Sylvia, algumas semanas depois da publicação do livro. Mais que um relato sobre o desequilíbrio emocional de uma grande personagem, A redoma de Vidro é uma narrativa singular acerca das dores do amadurecimento


O livro:

 Antes de começar a resenha propriamente dita, vou comentar sobre umas informações interessantes, e por sua vez, necessárias para a compreensão da estória do livro, livro esse “A Redoma de Vidro” sendo seu título original “The Bell Jar”, escrito por “Sylvia Plath”, sobe o pseudônimo de “Victoria Lucas” e publicado originalmente em 14 de janeiro 1963, poucas semanas antes do suicídio de Sylvia, que se sucedeu em 11 de fevereiro de 1963, menos de 1 mês após a publicação do livro, tendo por sua vez, a autora a idade de 30 anos apenas, deixando dois filhos, Frieda e Nicholas, ainda muito novos, sendo que Nicholas também cometeu suicídio por causa da depressão, livro esse considerado uma “semiautobiográfia”, este sendo o único romance escrito por ela, porém ela tem outros livros, todos de poesia, sendo produzidos filmes sobre sua obra, e também um sobre a própria autora, sendo um livro de aspecto importante, por mostrar de forma clara a visão de uma pessoa com depressão, mesmo que a vida possa entregar a ela imensas oportunidades, uma visão acida mundo por sua vez.
 O livro conta a estória da jovem Esther Greenwood, uma jovem que vive no que se poderia dizer, o melhor período de sua vida, bolsista de uma universidade, onde consegue por sua vez, um estágio de um mês em uma revista de moda na cidade de Nova York, onde ela passa por inúmeros momentos de grande reflexão, em meio a festas movimentadas, e muita indiferença em diversos momentos, como se, em nenhum momento realmente se preocupasse com o que acontecia, até o momento que ocorre um certo incidente nas vésperas de sua volta e o termino do estágio, onde se percebe claramente a mudança de seu comportamento como pessoa (certo, gostaria de falar sobre esse incidente, mas não quero dar spoilers não haha é algo apenas para se descobrir na leitura e apenas nela), à partir deste momento, tudo desmorona, e sua visão de indiferença e crítica do mundo só se tornam cada vez mais, destrutivas para ela, com a ideia de suicídio começando a pairar sobre sua mente, em diversos momentos, até a derradeira tentativa, onde após sobreviver é enviada a uma clínica de psiquiatria, onde, começa a acompanhar seus autos e baixos, seus tratamentos, e seu convívio com outras mulheres que estão internadas no local.

 A princípio não nego, achei o livro entediante, realmente uma leitura ao menos para mim, complicada (não sendo este meu estilo favorito) mas não demorou muito para o livro mudar totalmente a minha forma de encara ele, mudando a forma que passei a enxergar a protagonista, quando começamos a associar o livro a Sylvia, com sua visão de total indiferença da personagem, é um livro relativamente simples de se ler, dividido em 20 capítulos, o livro muda de narrativa, tornando se muito interessante, mas até certo ponto, me causando estranheza e aflição com a situação da protagonista, se percebe também facilmente a influência da “revolução sexual” e a visão da personagem, tal qual a forma que afeta a personagem e as pessoas em sua volta, sendo a protagonista completamente dividida em grande parte do livro entre carreira ou família, e um amor fracassado e decepcionante, que ajuda a ditar o rumo do livro, mas sem dúvidas amor, mesmo com certas negações, um livro indispensável ainda mais para o mês de setembro, sendo o mês amarelo, e a luta contra a depressão, uma doença destrutiva que afeta milhares até hoje, mas sem dúvidas para também indispensável, para tentar compreender a mentalidade da jovem escritora que cometera suicídio tão nova, sem dúvidas, é um livro indispensável para quem gosta das poesias dela, um livro indispensável para os fãs do gênero e sobretudo para compreender de forma simples, o psicológico de uma pessoa que tenha depressão, e sua visão indiferente do mundo no qual vivemos.


  

[BIENAL DO RIO 2017] Encontre a Lavínia #02

Oi pessoal, tudo bem?

Como eu já comentie por aqui, este é o ano de Bienal do Livro no Rio de Janeiro e por isso estarei fazendo vários posts contando sobre os autores e editoras que partilham a leitura com a gente.

Preparados? E o autor de hoje, ops.. o livro de hoje é…


A jovenzínea que conquistou os nossos corações com a sua história tem presença marcada na bienal este ano. Você poderá encontrá-la em dois lugares, isso mesmo DOIS LUGARES, saca só!


E como se encontrá-la em dois lugares não fosse o suficiente, você também poderá participar do Encontro de Leitores e parceiros, confira o evento no facebook



Bem, isso pessoal, até o próximo post!

[BIENAL DO RIO 2017] Editora Jaguatirica

Oi pessoal, tudo bem?


Como eu já comentei por aqui, este é o ano de Bienal do Livro no Rio de Janeiro e por isso estarei fazendo vários posts contando sobre os autores e editoras que partilham a leitura com a gente.


Preparados? E a editora de hoje é...


A editora estará com um espaço montado no Pavilhão 4 - Verde, EL-1 . Confira a programação completa da editora.


É isso pessoal, até o próximo post!

[BIENAL DO RIO 2017] Editora Bambolê

Oi pessoal, tudo bem?


Como eu disse ontem, este é o ano de Bienal do Livro no Rio de Janeiro e por isso estarei fazendo vários posts contando sobre os autores e editoras que partilhama  leitura com a gente.

Preparados? E a editora de hoje é...


Como ontem eu trouxe a Draco e seus escritores com presença confirmada, hoje eu trago a programação da Bambolê.


Dia 02, sábado

11h: Lançamento do livro "O mistério da trave", de Cristina Pezel
13h: Performance de ilustração + oficina de criação de poemas, com Sandra Ronca






Dia 03, domingo

11h: Lançamento dos livros "A bola de neve", "O feitiço dos Ávila" e "Segunda Pele", de Ana Cristina Melo


12h às 14h: Lançamento e Painel Literário, no Auditório Lapa (Pavilhão Verde), sobre o livro "Sylvia Orthof: um ramalhete de histórias", organizado por Cristina Villaça e José Prado. Presença de vários autores. Convite abaixo.

13h:  Performance de ilustração e sessão de autógrafos, com André Flauzino, Silvia Flauzino e Maria Cristina Peixoto
15h: Sessão de autógrafos com Dailza Ribeiro e André Flauzino

Bem, é isso pessoal, espero que possam aproveitar a Bienal do Livro e até o próximo post!

#BienaldoLivroRio2017

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