Mostrando postagens com marcador Literatura Estrangeira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura Estrangeira. Mostrar todas as postagens

[RESENHA] O Poder do Agora

Título: O Poder do Agora 

Autor: Eckhart Tolle
★★★★★

Gênero: Autoajuda

Editora: Sextante

Páginas: 236

ISBN: 9780340733509







Sinopse:

Nós passamos a maior parte da vida pensando no passado e fazendo planos para o futuro. Ignoramos ou negamos o presente e adiamos nossas conquistas para algum dia distante, quando conseguiremos tudo o que desejamos e seremos, finalmente, felizes.

Mas, se queremos realmente muda nossa vida, precisamos começar neste momento. Esta é a mensagem simples, mas transformadora de Eckhart Tolle: viver no Agora é o melhor caminho para a felicidade e a iluminação.

Combinando conceitos do cristianismo, do budismo, do hinduísmo, do taoismo e de outras tradições espirituais, Tolle elaborou um guia de grande eficiência para a descoberta do nosso potencial interior.

Este livro é um manual prático que nos ensina a toma consciência dos pensamentos e das emoções que nos impedem de vivencia plenamente a alegria e a paz que estão dentro de nós mesmos. 


O Autor: (Informação do livro)

Eckhart Tolle é autor de O Poder do Silêncio, Praticando o Poder do Agora e Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência. Ele nasceu na Alemanha, onde viveu até os 13 anos. Formado pela Universidade de Londres, tornou-se pesquisador e supervisor de pesquisas na Universidade de Cambridge. Aos 29 anos, passou por uma mudança espiritual que transformou sua vida. Mestre espiritual de renome internacional, realiza palestras sobre seus ensinamentos em todo o mundo. Vive em Vancouver, no Canadá. 


A Resenha:

Tendo uma leitura prática, rápida e ao mesmo tempo inspiradora a obra tem como objetivo fazer com que tenhamos uma nova perspectiva sobre absolutamente tudo a nossa volta, de forma bastante reflexiva, nos faz compreender e enxergar perspectivas diferentes das que estamos habituados em nosso dia-a-dia, seja a forma como resolvemos nossos problemas cotidianos, como enxergamos o mundo e principalmente como a nossa mente se comporta diante de tudo.

Como o próprio título insinua, o livro consiste em nos manter no momento presente, no Agora, que é tratado como uma força maior do que o próprio significado da palavra durante todo o desenrolar da leitura mas em contrapartida não se trata de tempo-relógio e sim da nossa consciência individual e coletiva. 

O foco principal da leitura é nos mostrar o quanto estamos presos ao passado e futuro que esquecemos do presente, o momento em que estamos agora que é o que dá sentido ao passado e que é o caminho para o futuro, e, nos ensina a nos libertarmos dessa jaula que é o tempo para que possamos fazer tudo que quisermos e gostamos Agora da forma como acreditamos que seja melhor para nós além de ressaltar o tempo todo que temos que nos libertar do grande causador de tudo isso que é a mente e o ego, os dois principais motivos para que estejamos numa era em que a depressão e ansiedade afetam praticamente todas as pessoas. 

A leitura pode parecer tendenciosa em alguns momentos por parecer que está nos impondo regras o tempo todo sobre como devemos seguir nossos caminhos, porém, é inegável que após a leitura tenhamos perspectivas diferentes sobre nossas vidas e uma margem muito maior de caminhos pelos quais trilhar. 

Ao final da leitura, o ponto que mais importa é saber controlar seus pensamentos e manter-se sempre no Agora, sem remoer o passado ou temer o futuro pois tudo que temos está no presente e é aqui que podemos fazer tudo que acreditarmos ser o melhor. 

Por: Renan Santos

















[RESENHA] Guerra do Velho

Titulo: Guerra do Velho


Autor: John Scalzi

★★★★★

Gênero: Ficção Cientifica

Editora: Aleph

Paginas: 368








Sinopse:

“A humanidade finalmente chegou à era das viagens interestelares. A má notícia é que há poucos planetas habitáveis disponíveis-e muitos alienígenas lutando por eles. Para proteger a Terra e também conquistar novos territórios, os humanos precisarão de tecnologias inovadoras, capazes de criar super soldados com habilidades jamais vistas, e um exército disposto a arriscar tudo.

 Esse exército, conhecido como Forças Coloniais de Defesa, não apenas mantém a guerra longe dos terráqueos e colonos, como também evita que eles saibam de mais sobre a situação do universo. Mas, para se alistar, é necessário ter mais de 75 anos, John Perry vai aceitar esse desafio, ainda que tenha apenas uma vaga ideia do que pode esperar. Neste romance original e surpreendente, o premiado autor John Scalzi escreve uma história de ficção cientifica da mais alta qualidade e, com bom humor e uma escrita hábil, trata de temas como militarismo, envelhecimento, ético e amor. ”

O Autor: 

John Scalzi é escritor, editor e crítico de cinema. Ex-presidente da Science Fiction and Fantasy Writers of America (Escritores de Ficção Científica e Fantasia da América), já ganhou os prêmios Hugo e Locus, além do prêmio John W. Campbell de Melhor Escritor Estreante com Guerra do Velho, seu primeiro romance. Entre seus livros estão Redshirts e Lock In. Scalzi mora em Ohio, nos Estados Unidos, com a esposa, a filha e vários animais de estimação.

O Livro: 

 O livro lançado originalmente em 2005 com o título em inglês “Old Man’s War”, e que chegou no Brasil apenas em 2016 graças ao trabalho da Editora Aleph, já responsável pelo lançamento da continuação aqui (que lançou ano passado aqui no Brasil) com o título de “As Brigadas Fantasmas”, e que ainda faltam mais algumas edições das suas continuações para lançarem aqui, sendo elas respectivamente “The Last Colony” e “Zoe’s Tale”, “The Human Division” e por último “The End of All Things”  (afinal, quem sabe esse ano já não chegue o terceiro  “The Last Colony” hehe).

Resenha:

 "No meu aniversario de 75 anos fiz duas coisas: Visitei o tumulo da minha esposa, depois entrei para o exercito"....

 Sim, esse é exatamente o começo do livro, com essas palavras que estão também na contra capa dele (e essas palavras nos causam uma vontade imensa de continuar lendo para descobrir o "como assim?"), o livro narra a estória de John Perry, viúvo, e que quando completou 75 anos, se dirigiu ao posto de alistamento mais próximo das "Forças Coloniais de Defesa", sim , fiz essa mesma questão... "75 anos ???".

 Finalmente a humanidade chegou a era da expansão espacial, mas para se alistar nas forças de defesa é necessário ter 75 anos, e após o alistamento, somos levados para fora do planeta Terra, onde, somos considerados "mortos" após a saída, e onde afinal ninguém mais volta, onde os "jovens" novos soldados irão descobrir como as Forças Coloniais ira colocar eles no combate (afinal com essa idade um combate não é algo interessante né?) mas como fazem isso ? Não irei falar :P estragaria um dos pontos altos da estória em si hehe, onde eles passam a lutar para defender sua terra, pois, não temos a melhor das "vizinhanças", e as guerras são incessantes, de planeta a planeta, de colonia a colonia, contra especies aliens totalmente diferentes, poucos planetas uteis a todos, e bem disputados, fazendo alianças, conseguindo aliados, mas nem todos são assim, essa é a questão máxima, afinal, toda especie quer se desenvolver, e a luta não é por território, mas sim, por sobrevivência.

 Sendo uma das questões que mais interessam na leitura, a incrível variedade de especies, não vamos lutar apenas contra uma ou outra conhecida (como temos no clássico "Tropas Estelares" onde o inimigo é os aracnídeos), mostrando questões até certo ponto filosóficas, e questões como o militarismo, as questões de desenvolvimento das especies, o autor demostra incrivel habilidade na criação do universo de "Guerra do Velho".

 Uma visão incrível criada por ele, e que achei de certo ponto genial, o fato das "Forças Coloniais de Defesa" na terra mantemos o padrão atual de guerras entre nações mesmo neste livro, e como as "FDC" se mantem foras delas, pelo simples fato de não ser ligada a nenhum estado existente, e como elas mantem as pessoas do planeta protegidas, enquanto evita que os habitantes saibam das realidades do universo, desde as guerras, os massacres, e outras especies que adora a carne humana, e que a considera uma "iguaria" sem igual, até certos momentos de batalhas realmente brutais, onde em certos momentos somos superiores (em todo aspecto, desde fisicamente a tecnologicamente) ou o oposto onde somos inferiores nos mesmos aspectos. 

 Curiosidade a parte, o livro fez um sucesso estrondoso, onde uma serie de TV esta sendo produzida pela SyFy, e uma adaptação aos cinemas pela Paramount (mal vejo a hora de ver ambos rs).

 É um livro de leitura rápida, 368 paginas divididas em 3 partes, compostas por 18 capítulos, sua leitura é fluida, e Scalzi consegue nos manter presos a narrativa de uma forma tão grande, que raramente vemos isso em muitos autores, e com a sua escrita é super fácil de acontecer, desde o momento que ocorre a saída da terra, aos primeiros combates e as partes incrivelmente tensas do livro, apresentando conversas inteligentes entre os personagens e uma narrativa fluida, é um livro com muito a ser comentado, mas cada palavra sobre ele, pode ser considerada um spoiler em potencial ao meu ver já que tudo é novo, e ao mesmo tempo "velho", então, se você se interessa pelos segredos da sobrevivência da especie humana, e por uma boa ficção cientifica esse livro é indispensável, essencial, uma necessidade hohoho.



[RESENHA] Branca de Neve #19

Hey hey pessoal!

Como estão meus queridos leitores? Passaram bem o ano novo? Espero que tenham passado e que as metas para 2018 já estejam alinhadas para um ano novo incrível! Tenho tantas coisas para contar, mas que tal anunciar que o blog conta agora com dois colaboradores?

[RESENHA] A Redoma de Vidro

Titulo: A Redoma de Vidro (The Bell Jar)


Autor: Sylvia Plath

★★★★★

Gênero: Romance

Editora: Biblioteca Azul

Paginas: 280





Sinopse:


Esther Greenwood é uma jovem do interior dos EUA que vê sua vida se transformar em poucos meses. Criada nos subúrbios de Boston, Esther vai estudar numa prestigiosa universidade, e lá consegue uma bolsa para um estágio de um mês em uma revista feminina em Nova York. O mundo parece se abrir para a jovem, com promessas de vasta cultura, uma vida social agitada repleta de pessoas e toda uma cidade que se descortina à sua frente. No entanto, um verão aparentemente promissor é o gatilho da crise que levaria a jovem do glamour da Madison Avenue a uma clínica psiquiátrica.

Fruto de uma revolução pré-sexual, em que as mulheres ainda precisavam escolher entre priorizar a profissão ou a família, Esther caminha na fronteira entre o casamento com um jovem promissor e tolo e a carreira de mulher independente e intelectual, realizada profissionalmente. Essas questões fazem Esther se recolher e afundar cada vez mais, numa época em que o diagnóstico e o tratamento da depressão eram bastante raros. Com crueza, a voz da personagem apresenta ao leitor o ponto de vista de quem vivencia o colapso. Esther tem uma visão muito crítica, as vezes ácida, da sociedade e de si mesma, mas aos poucos a indiferença se instaura, isolando-a do mundo à sua volta.
Único romance da poeta americana Sylvia Plath, A Redoma de Vidro, publicado em 1963 com o pseudônimo de Victoria Lucas, logo tornou-se emblemático. Sua prosa esperta e envolvente narra este romance de formação que influenciou várias gerações, e que tristemente trás o indicio do trágico suicídio de Sylvia, algumas semanas depois da publicação do livro. Mais que um relato sobre o desequilíbrio emocional de uma grande personagem, A redoma de Vidro é uma narrativa singular acerca das dores do amadurecimento


O livro:

 Antes de começar a resenha propriamente dita, vou comentar sobre umas informações interessantes, e por sua vez, necessárias para a compreensão da estória do livro, livro esse “A Redoma de Vidro” sendo seu título original “The Bell Jar”, escrito por “Sylvia Plath”, sobe o pseudônimo de “Victoria Lucas” e publicado originalmente em 14 de janeiro 1963, poucas semanas antes do suicídio de Sylvia, que se sucedeu em 11 de fevereiro de 1963, menos de 1 mês após a publicação do livro, tendo por sua vez, a autora a idade de 30 anos apenas, deixando dois filhos, Frieda e Nicholas, ainda muito novos, sendo que Nicholas também cometeu suicídio por causa da depressão, livro esse considerado uma “semiautobiográfia”, este sendo o único romance escrito por ela, porém ela tem outros livros, todos de poesia, sendo produzidos filmes sobre sua obra, e também um sobre a própria autora, sendo um livro de aspecto importante, por mostrar de forma clara a visão de uma pessoa com depressão, mesmo que a vida possa entregar a ela imensas oportunidades, uma visão acida mundo por sua vez.
 O livro conta a estória da jovem Esther Greenwood, uma jovem que vive no que se poderia dizer, o melhor período de sua vida, bolsista de uma universidade, onde consegue por sua vez, um estágio de um mês em uma revista de moda na cidade de Nova York, onde ela passa por inúmeros momentos de grande reflexão, em meio a festas movimentadas, e muita indiferença em diversos momentos, como se, em nenhum momento realmente se preocupasse com o que acontecia, até o momento que ocorre um certo incidente nas vésperas de sua volta e o termino do estágio, onde se percebe claramente a mudança de seu comportamento como pessoa (certo, gostaria de falar sobre esse incidente, mas não quero dar spoilers não haha é algo apenas para se descobrir na leitura e apenas nela), à partir deste momento, tudo desmorona, e sua visão de indiferença e crítica do mundo só se tornam cada vez mais, destrutivas para ela, com a ideia de suicídio começando a pairar sobre sua mente, em diversos momentos, até a derradeira tentativa, onde após sobreviver é enviada a uma clínica de psiquiatria, onde, começa a acompanhar seus autos e baixos, seus tratamentos, e seu convívio com outras mulheres que estão internadas no local.

 A princípio não nego, achei o livro entediante, realmente uma leitura ao menos para mim, complicada (não sendo este meu estilo favorito) mas não demorou muito para o livro mudar totalmente a minha forma de encara ele, mudando a forma que passei a enxergar a protagonista, quando começamos a associar o livro a Sylvia, com sua visão de total indiferença da personagem, é um livro relativamente simples de se ler, dividido em 20 capítulos, o livro muda de narrativa, tornando se muito interessante, mas até certo ponto, me causando estranheza e aflição com a situação da protagonista, se percebe também facilmente a influência da “revolução sexual” e a visão da personagem, tal qual a forma que afeta a personagem e as pessoas em sua volta, sendo a protagonista completamente dividida em grande parte do livro entre carreira ou família, e um amor fracassado e decepcionante, que ajuda a ditar o rumo do livro, mas sem dúvidas amor, mesmo com certas negações, um livro indispensável ainda mais para o mês de setembro, sendo o mês amarelo, e a luta contra a depressão, uma doença destrutiva que afeta milhares até hoje, mas sem dúvidas para também indispensável, para tentar compreender a mentalidade da jovem escritora que cometera suicídio tão nova, sem dúvidas, é um livro indispensável para quem gosta das poesias dela, um livro indispensável para os fãs do gênero e sobretudo para compreender de forma simples, o psicológico de uma pessoa que tenha depressão, e sua visão indiferente do mundo no qual vivemos.


  

[Resenha]-Resident Evil Marhawa Desire

Sinopse:

“No renomado Colégio Marhawa surge, misteriosamente, uma aluna transformada em zumbi. O bacteriologista Doug Wright e Ricky, seu sobrinho e assistente, são envolvidos nesta tragédia que pouco a pouco, aumenta de proporção
 Enquanto isso, Chris Redfield e sua equipe do B.S.A.A. seguem a trilha deixada pelo professor Doug. Essas duas tramas se entrelaçarão em um pesadelo inevitável...”
(Sinopse do primeiro volume) 

Categorias: Mangá, Terror, Zumbi, Suspense, Mistério, Ficção, Panini Comics, Capcom
Foto pessoal.


  • Título:          Resident Evil Marhawa Desire
  • ★★★★
  • Editora:        Panini Comics
  • Argumento:  Capcom
  • Quadrinhos:  Naoki Serizawa
  • Ano:             2012
  • Volumes:      5
  • Capitulos:     39 + Epilogo











História: 


 Hoje, estou fazendo esta resenha, pouco diferente do habitual, sobre um mangá “Resident Evil Marhawa Desire”, que foi lançado oficialmente em 2012, pela Panini Comics, sendo esse mangá, dividido em 5 volumes, e é um prologo para os acontecimentos de Resident Evil 6, isso mesmo, mas não falo sobre o filme, mas sim sobre o jogo, (para quem não conhece muito bem, a história de ambos é muito, mas muito diferente mesmo, na verdade, dá para se dizer que apenas o nome é fiel haha), e uma serie que sou muito fã, sendo esses mangás, não recomendado para menores de 14 anos,  contém uma arte incrível, muito bem desenhada e rica em detalhes.
 Sendo que a história começa, com o especialista, e professor de bacteriologia da Universidade de Singapura, o professor Doug Wright, recebendo uma carta da Madre Gracia, uma antiga conhecida e responsável pelo colégio Marhawa, que é a instituição de ensino mais prestigiada em toda a Asia, que é localizada em uma região totalmente isolada do resto do mundo, onde pede ajuda a Doug, para que ele com toda a sua experiência, possa ajudar a solucionar um incidente, com aparecimento de uma estudante do colégio contaminada, sendo que imediatamente ele e seu sobrinho, que por sua vez também é um de seus estudantes, partem para o colégio Marhawa para tentarem resolver o mistério por trás do incidente biológico, onde passa a suspeitar de um ataque, da possibilidade de ser o mesmo vírus responsável pela destruição da cidade de Raccoon  City anos atrás, o T-Vírus criado pela já extinta empresa farmacêutica Umbrella.
 A partir de tau acontecimento o enredo toma uma forma bem curiosa, sendo o mangá, de um capricho incomparável, onde eles conseguir criar um clima de suspensa e de terror com uma grande facilidade, e o melhor, nos fazem com uma maior facilidade, entrarmos neste universo de terror proposto por Resident Evil desde sua origem (meio perdido ultimamente hehe), sendo que com a medida que a situação começa a tomar proporções maiores e completamente inesperada, começamos a compreender o desenrolar da história, que que nos apresenta uma certa revira volta muito surpreendente, ao mesmo tempo que ergue a questão, como assim, afinal, o que está acontecendo neste colégio ? Afinal, qual a razão de se atacar este colégio? Questões que por sua vez, acabam tomando uma forma melhor, e mais fácil de se compreender com o termino do jogo da série também.
 Em relação a leitura, é surpreendentemente rápida, sendo que dependendo a forma que for ler, consegue assim ler um volume em torno de 30 a 40 minutos (a não ser que seja igual a meu modo de ler, que demoro muito, e fico viajando em cada página de olho em cada detalhe e desenhos hahaha) e em nenhum momento se torna pesado ou chato para a leitura, e começar a ler e parar apenas no final de cada capitulo. Sendo que no mangá, se conta com a passagem do já conhecido, Chris Redfield como um agente da B.S.A.A e a primeira aparição de Piers Nivans.
 Para minha surpresa, o mangá se torna indispensável para compreender os acontecimentos de Resident Evil 6, porém, se não tiver interesse no jogo, esse mangá é indispensável se estiverem interessados em conhecer um pouco mais do mundo de Resident Evil e muito mais indispensável se é um fã assim como eu desta incrível serie, onde nestes 5 volumes, é garantida uma boa dose de diversão, suspense, um pouco de pavor, uma arte incrível, e uma história incrível, se é fã de mangá, mais que recomendo este, se é fã de Resident Evil, este mangá consegue simplesmente ser, obrigatório.




[Resenha] Metrô 2033

Sinopse:

“Países inteiros destruídos, florestas devastadas, escassez de alimentos e água. O ser humano já não tem mais o comando sobre a terra. Novas formas de vida dominam. Um desastre nuclear varreu a superfície terrestre e obrigou os poucos sobreviventes a uma existência sem sentido e sem esperança nos tuneis do metrô de Moscou.
  É nesse cenário pós-apocalítico que Dmitry Glukhovsky traz o tema que enche o ser humano de curiosidade e incerteza: a possibilidade do fim do mundo. Metrô 2033, que inspirou a criação de um dos games mais eletrizantes da atualidade, cria uma atmosfera caótica ao tentar mostrar como se comportaria um ser humano em um ambiente onde o que predomina é o instinto de sobrevivência”.

Categorias: Ficção, Apocalítico, Literatura Estrangeira, Terror, Mistério, Suspense






Título





Metro 2033
★★★★★
Autor

Dmitry Glukhovsky
Editora
Editora Planeta, 2010
Num. págs.
415 páginas
                 
                                                   
  













História: 


 Esse livro, apesar de ser excelente, acabou passando despercebido aqui no Brasil, sendo de maior sucesso nos Estados Unidos e Europa, sendo adaptado posteriormente para os vídeo games e já inicializada a produção de um filme sobre o livro, trazendo uma história muito bem contada, muito bem elaborada, e que rendeu o premio da Encouragement Award da EuropeanScience Fiction Society ao escritor sendo este o primeiro livro publicado dele, com passagens simples, que dão destaque a inúmeros temas desde politica até a religião, mostrando tanto o melhor quanto o pior e mais sombrio lado humano, mesmo sendo um livro bem longo, com 415 páginas, e trazendo uma história de um mundo devastado, no ano de 2013 pela guerra nuclear, e os poucos sobreviventes da cidade de Moscou, se viram obrigados a se abrigar nas redes de metrô da cidade, abandonando a sua esperança de um dia voltar a superfície, pois, o que um dia foi a casa da humanidade, se tornou o seu maior inimigo, sendo a superfície do planeta, coberta pela radiação, sendo esta mesma radiação, o que levou ao surgimento de novos habitantes, mutações tão brutais que fariam os mais fortes tremerem, e toda a história ambientada no ano de 2033
  Sendo o protagonista o jovem Artyom, morador de uma estação independente, VDNKh, que fica em uma das bordas da linha habitada do metrô, que mora com o seu Tio Sasha, que foi o soldado que salvou a sua vida quando criança, e acabou por chama-lo de Tio Sasha mesmo sem nenhum parentesco de sangue, sua estação por estar em uma das extremidades do metrô, e começara a sofre ataques de mutantes vindos da superfície, de mutantes chamados de Demônios, que começara a ameaçar não apenas a sua estação mas também toda a vida humana que ousa sobreviver nas linhas do metrô de Moscou, e com a chegada de Hunter, amigo de Sasha, que lhe dá uma missão, caso não retornasse de sua tentativa de salvar a estação dos danos do ataque das criaturas, até a manha do próximo dia, que Artyom deveria ir até Polis, uma das mais poderosas estações da linha e contar sobre os acontecimentos para que tivessem ajuda para poder assim destruir o mais novo inimigo da humanidade.
 Desta forma se dá início a aventura de Artyom pela rede de metrô, para salvar a humanidade, ou pelo menos o que resta dela. Com o livro colocando de uma forma incrível, como o ser humano agiria caso estivesse à beira da extinção, uma rede de Metro dividida, formando novas facções, ressurgimento de velhas ideologias políticas, tal qual, a linha vermelha que adotou o comunismo como forma de governo, o surgimento do quarto reich, estações que adotaram o nazismo e pregavam a superioridade da raça russa, formação de alianças, federações, entre as estações, guerras entre as alianças e entre as estações, criticas sociais, e até mesmo fanatismo religioso, mercenários, bandidos e tudo o que havia se criado na superfície se manteve forte no subsolo. Onde o ser humano continua a fazer o que na história sempre fez muito bem melhor que qualquer animal, matar, criar novas formas de matar.
  Porém o livro não fala apenas do que seria o pior da humanidade, mostra o tempo todo o melhor dela também, inúmeras ocasiões de necessidade, Artyom consegue ajuda e auxilio em momentos em que estava perdido ou até mesmo a beira da morte, a humanidade, aprendeu a sobreviver com pouco, comendo desde cogumelos que começaram a cultivar, a ratos e tudo o que fosse necessário para sobreviver, tudo em volta de uma grande tensão, sendo os momentos de travessia de uma estação para outra marcado pelo pavor, o medo de ataques, e pela total escuridão, sendo que a maioria das estações viviam a base de pouca iluminação, em algumas apenas iluminadas por velas, outras mais ricas com condições mantendo um sistema de geradores primitivos e lâmpadas antigas a mantinham iluminadas, a moeda do novo mundo, passou a ser munições das armas, sendo que tudo tinha seu preço, e muito alto.
 A superfície de Moscou e de longe totalmente inabitada, com novos moradores que agora governam a superfície, mutações horripilantes, e muito violentas, além de o ar ter se tornado venenoso na superfície, e o sol, sendo o maior inimigo além de tudo para as tentativas de subir a velha cidade para se conseguir materiais, madeiras para manter as estações iluminadas, e busca de inúmeras coisas para tentar fazer o melhor possível para a vida no subterrâneo, sendo seus raios, muito fortes para a pele humana desacostumada com a luz, o que outrora foi a moradia humana, se tornou seu maior inimigo.   
  Em si o livro mesmo sendo relativamente grande é sensacional, e indispensável para quem goste do tema, e indispensável para quem fique curioso a ver como se portaria a humanidade na beira da extinção, além de mostrar visões políticas diferentes se portando da mesma forma que faziam na superfície, mostrando também questões religiosas, muito bem colocadas neste livro, e de forma mais incrível como o ser humano mostra tanto o seu pior, quando o seu melhor nesta história. Em geral uma das melhores leituras de minha vida, por mostrar de forma tão clara, e sem duvidas, bem pesada, como seria a luta da humanidade pela sobrevivência e mesmo, entre si mesma.

[RESENHA] Nada de Novo no Front

Sinopse:

Paul Bäumer é um filho de uma humilde família alemã durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Convencido de seu dever patriótico por adultos e professores, abandona os bancos escolares e junta-se às trincheiras de soldados alemães. Em pouco tempo, Paul se vê cercado por um ambiente de horror, vê meninos como ele perecerem e percebe que trocou a sua juventude por uma única e cruel certeza - ao da guerra, esteja-se do lado que se estiver.
Categorias: Ficção, Romance Alemão, Literatura Alemã, Romance de Guerra.


Informações: (da minha versão do livro, pois são inúmeras versões impressas desse livro)
Nada de Novo no Front
★★★★★
 Autor: Erich M. Remarque
Gênero: Romance
Editora Abril Cultura
Páginas: 231
Ano de publicação: 1981












A história:

  Convenhamos, esse livro para mim é um dos melhores que já li até hoje, li muito mais que uma vez ele, e sem dúvida alguma um dos livros que mais me marcou com a leitura, antes de falar sobre o livro, falarei um pouco sobre o autor, Erich Maria Kramer, porém mais conhecido pelo seu pseudônimo Erich Maria Remarque, que lutou de forma direta na primeira guerra mundial, e foi ferido 3 vezes durante a mesma, após a guerra, nunca conseguiu esquecer o pesadelo de que passou durante o conflito, e nos grandes períodos de insônia começou a rascunhas sobre ela, sobre os horrores da guerra, e de tais manuscritos, estava o que seria o núcleo de seu primeiro livro, Nada de Novo no Front, inicialmente lançado em pedações em boletins de jornais e oficialmente como livro em 1929, que acabou sendo adaptado ao cinema em 1930 (também chegando mais uma vez as telas em 1979, sendo grande fã de livros e filmes do estilo recomendo o filme também hahaha), em 1933 por causa do pacifismo do livro, e por não mostrar o soldado alemão heroico da primeira guerra que o regime nazista queria, foi perseguido pelo nazismo e se forçou a fugir para o exilio na Suíça, depois indo para os Estados Unidos.
  Agora sim, sobre o livro (afinal já enrolei demais) o livro narra a história do jovem Paul Bäumer, recém saído do colégio, e em seu grupo, estão Albert Kropp, Müller, Leer, Tjaden, Haie, e Stanislas Katczinsky (chamado de Kat no livro, que bom, afinal não é um nome tão fácil) o livro ao contrario que muitos pensam não é uma biografia, mas sim um romance, porém, Remarch usou de elementos que ele viu na guerra, e em si o livro, é excelente, apesar de conter trechos realmente pesados que mostram a verdadeira face da guerra, sua brutalidade, e não o que se espera de livros sobre o mesmo estilo, geralmente, o heroísmo, mas sim mostrando a verdadeira face dos soldados que lutaram naquela guerra, uma face de crianças, assustadas, que não queriam estar de nenhuma forma ali, sem ao menos saber a razão que estão ali, lutando, mas pelo que ? A grande pátria? Por Deus? Ou por algo mais?
  O livro diz, não só sobre a vida nas trincheiras, mas também dá um destaque ao sentimento de camaradagem para com o companheiro, ao amigo, levando em conta que alguns do grupo, estudaram juntos com Paul, o sentimento em torno dos acontecimentos, consegue comover com facilidade, já que o livro tem um grande peso no aspecto humano da guerra, além de cenas de muita brutalidade, que só poderiam acontecer em trincheiras apertadas, ataques e contra ataques, tão brutais, e tão desnecessários, mostrando as novas tecnologias empregadas na guerra, tal qual o avião e até o gás, visando sempre sem dúvidas, como o conflito foi infantil e desnecessário, e como o sentimento nacionalista estava presente não naqueles jovens que ali lutavam, mas em sua maioria, em quem estava a quilômetros longe do combate, das explosões e dos tiros.
  Mostrando também, como é a vida de um soldado, em seus descansos, nos momentos fora da trincheira, o que faziam, para passar o tempo, seus romances, suas fugas, e o que faziam para tentar tornar a guerra mais suportável.
  Uma coisa que já me impressionou no livro de cara, na página onde geralmente ficam as dedicatórias, estavam essas palavras:
 “ Este livro não pretende ser um libelo nem uma confissão, e muito menos ainda uma aventura, pois a morte não é uma aventura para aqueles que se deparam face a face com ela. Apenas procura mostrar o que foi uma geração de homens que, mesmo tendo escapado às granadas, foram destruídos pela guerra. ”
  Como eu já havia dito a cima, essas palavras, em si já dizem muito com o que esperar sobre o livro, além de combates, a realidade da guerra, mas o que mais me impressionou no livro, a forma que e mostrado o lado humano, já que mesmo aparentando ser jovens, crianças, mesmo sobrevivendo a guerra, foram destruídos por dentro, de uma forma irreparável. A versão que li, detalhada no início, tem 231 páginas divididos em 10 capítulos, portanto não é um livro grande ou demorado para a leitura, porém dependendo a pessoa e a forma que o livro mostra os acontecimentos, pode ser pesado e levando a demorar mais para o ler, mas nada de certa forma assustador (eu mesmo li ele rapidamente todas as vezes pois é meu estilo favorito e já estou acostumado).

  De uma maneira geral, não conseguirei comparar ele, afinal, a forma que ele é escrito e a importância dele, fazem dessa comparação muito difícil, e é um livro, extremamente obrigatório para quem se interessa pelo tema, ou pela história, para entender a cabeça, a vida nas trincheiras e fora dela, de quem esteve diretamente frente a um dos maiores conflitos de toda a história humana, e para quem apenas busca um romance ou algo diferente, esse livro vale muito a pena a leitura, por ter características únicas que para mim, colocam esse livro como uma das mais importantes obras da literatura alemã e mundial do século XX. 

DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL + RESENHA

Eai pessoal, como estão?


Para quem não sabe, dia 2 de Abril é o dia Internacional do Livro Infantil e dia 18 de Abril é o Dia Nacional do Livro Infantil, e como eu tenho falado aqui no blog, é importante incentivarmos a leitura, principalmente para as crianças, por isso,fiz um post super fofinho com direito a resenha especial para vocês!


TAg.png


Vamos, mais uma vez, deixar um contexto histórico…


A literatura infantil é a porta de entrada para um universo lúdico e cheio de possibilidades. Uma criança que recebe o estímulo à leitura certamente será um adulto leitor, e todos nós sabemos dos incontáveis benefícios que o hábito de ler proporciona em diversos aspectos da nossa vida. Para divulgar a literatura e assim conquistar novos adeptos, foi instituído o Dia Internacional do Livro Infantil, celebrado a cada 2 de abril.
Bom, a data não foi escolhida ao acaso, já que o dia 2 de abril é o aniversário de nascimento de um dos mais importantes nomes da literatura infantil, o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. Andersen não foi o primeiro a escrever para o público infantil, mas é considerado o primeiro autor a adaptar fábulas já existentes para uma linguagem mais adequada ao universo dos pequenos. Foi dele a ideia de transmitir, por intermédio de antigas histórias, moral e valores, concepção que ainda não havia sido abordada por Charles Perrault, considerado o pai da literatura infantil, e pelos Irmãos Grimm, que apenas adaptavam as histórias cujos finais não eram tão felizes assim...


Como temos dito muito por aqui, é muito importante mostrarmos para as crianças que a leitura é fundamental para a nossa vida e, da mesma forma como plantamos um feijãozinho na aula de ciências, devemos também plantar a sementinha da leitura em nossos pequeninos.

Por isso eu deixo aqui a resenha de um livro que serve para TODAS as idades!

1891260_351123075029281_564273812_n.jpg

Nome: O pequeno príncipe (versão em quadrinhos)
Autor: Antoine de Saint-Exupéry - Adaptado por Joann Sfar
Editora: Agir
Páginas: 112
ISBN: ISBN-13: 9788522008377
Gênero: Fábula, Infantil,  Infantojuvenil , Jovem adulto, Filosofia
Ano de publicação: 2008
★★★★★


Sinopse

Livro de criança? Com certeza. Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi um dia. "O Pequeno Príncipe" devolve a cada um o mistério da infância. De repente retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino. O clássico de Exupéry adaptado para os quadrinhos por Joann Sfar.

“Por que a inércia da vida nos leva vagarosamente, enquanto as pedras no caminho nos arrancam suspiros?”

Minha gente, alguém me explica que livro é esse?
Fofo, instigante, contagiante, educativo, provocativo e totalmente adptável. Esses são algumas palavras que eu posso usar para, talvez, tentar explicar o que eu senti lendo O Pequeno Príncipe.

Mãe, se você estiver lendo isso agora, me desculpe por não ter te ouvido e lido esse livro antes.

Desde pequena - certo, eu sei que não cresci muito até hoje - minha mãe sempre me incentivou a ler muito, e um dos livros que eu nunca consegui ler desde aquele tempo até poucos dias atrás foi O Pequeno Príncipe. A edição que eu tenho é a tradicional, que todos conhecem e nunca me atraiu, só lia té a página 10 e parava, SEMPRE, não dava para passar disso, assisti até o filme - aquela primeira versão do filme - e achei mais interessante.
Minha versão

Mas esse meu bloqueio só rolou até o dia em que meu amigo bibliotecário me envio o e-mail de novas aquisições e lá estava ele, lindo e belo, O Pequeno Príncipe em Quadrinhos. Gente, sério, olha que capa maravilhosa, olha os desenhinhos, são maravilhosos, e eu, boa amante de quadrinhos como sou, não me contive e peguei emprestado.

Como eu já havia tendado ler a outra versão diversas vezes sem obter sucesso, acabei demorando um pouco para ler o quadrinho - mesmo depois dessa propagando toda - até ver que o dia da devolução estava próximo e eu nem tinha começado a ler.

Agora vamos de fato tratar do livro. Com suas 112 páginas, o livro O Pequeno Príncipe em Quadrinhos consegue abordar solidão, amor, dor, perda e diversas situações que vivemos no nosso dia e, muitas vezes, não sabemos lidar.

O Pequeno Príncipe é um garotinho que, na sua inocência, faz um homem adulto aprender que as pessoas coisas fazem muita diferença. Da cobra à raposa, o livro é inspirador, nos fazendo pensar emnossas atitudes e em como temos vivido nossas vidas.

Desta leitura eu me ative muito à flor que o Pequeno Príncipe cativou e eu pensei muito sobre como eu tenho cultivado as pessoas. Quando o assunto sou eu, o que as pessoas falam de mim? Eu tenho mais afastado as pessoas do que atraído? Eu tenho cultivado minhas amizades e relacionamentos?

Retirado da Internet

Muitas perguntas ficaram em minha cabeça e, como base de um experimento, passe 1 mês me auto-observando, prestando atenção em tudo o que eu falava e no impacto que as minhas palavras surtiam nas pessoas, a resposta foi tão grande que cheguei a ouvir uma amiga minha dizer
“Para mim você é como uma deusa, sempre decidida em firme em suas convicções”, e isso foi muito gratificante pois me mostrou que eu estou seguindo o caminho que, para mim é certo. Apesar de saber que tenho que melhorar em diversos assuntos, sei que em uma área, pelo menos, eu estou agindo bem.

E você, como tem cultivado as pessoas? O que você anda dizendo a elas?

Fica a reflexão. Agora que eu li uma versão, a que eu tenho em casa ficou muito mais atrativa, quem sabe eu não trago um novo olhar da próxima vez?


Bem, é isso pessoal, muito obrigada e até mais tarde!

Não deixe de participar do sorteio de Lua e Sol no nosso Instagram.

Sorteio (1).png